Eu acredito em amor: amor fraterno, amor materno, amor paterno.
Sabe... Aquilo que você sente quando quer ver o outro feliz, quer vê-lo bem, quer tê-lo por perto e quer CUIDAR dele. Nunca magoá-lo, nunca vê-lo triste.
Esse amor é carinho, é afeto com o outro.
Amor, amor, aquele enlouquecedor, que é sempre retribuído e cheio de desejo, vontade, incansável, eu não acredito!
Existe sim desejo, atração, mas isso é momentâneo. Uma hora passa...
Aquele amor de filme, pacífico e sem problemas, para mim, não passa de convivência. Você aprende a conviver com a pessoa de certa maneira que passa a ser dependente de sua presença.
Acredito que você possa escolher a qual presença quer ser dependente. Você escolhe amar uma pessoa.
Acredito que a busca incessante pelo verdadeiro AMOR é a conciliação desse “querer bem” com desejo e atração.
Então, fica aí a ideia de dividir em categorias e trocar esse nome de “amor” que generaliza tudo e que é tão diferente do tal amor pacífico. E para que não seja confundido também com o amor de irmão e de pai e mãe.
(Karine Franco)
sábado, 15 de outubro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Flerte malsucedido
Estava eu numa fila na xérox pra imprimir uma página e tinham 4 pessoas apenas na minha frente. Isso pq tinha que fazer uma transparência pra levar pra faculdade e eu não sabia que tinha que ter o papel impresso. Daí, me encaminharam pra portinha ao lado pra imprimir e fiquei exatos 56 minutos esperando. Tudo por causa da preguiça que me consome de andar 4 quarteirões até chegar em casa para imprimir... Mas vamos dar um desconto pq tava ventando pra caramba!
Passados uns 20 minutos, algo me chamou atenção... Nessa hora, entrava naquele cubículo com pessoas entediadas um homem moreno, alto, braços definidos, gatíssimo com um Ray Ban.
Ô glória! Algo pra me tirar o tédio... Quase infartei quando AQUILO olhou pra mim. Ficamos naquela troca de olhares que só Jesus sabe...
Depois, ele todo sem graça, ainda teve o topete de continuar me olhando. Vê se pode?! Homens... ¬¬’
Ps.: Descontos pra ele também, pq ninguém aguenta ser sufocado assim. Dá pra perceber que a fulana é no mínimo ciumenta e controladora. Maaaas se desconfiou dele é pq tem motivos, né?! E não era pra ter?
Preciso de sorte =/
Passados uns 20 minutos, algo me chamou atenção... Nessa hora, entrava naquele cubículo com pessoas entediadas um homem moreno, alto, braços definidos, gatíssimo com um Ray Ban.
Ô glória! Algo pra me tirar o tédio... Quase infartei quando AQUILO olhou pra mim. Ficamos naquela troca de olhares que só Jesus sabe... Foi celular dele tocar e ele atender só com um “oi” pra deduzir o que aconteceu:
_ Tô resolvendo uns assuntos da firma aqui na rua... Não, tô na rua mesmo!... Desculpa... Claro que sim... Amor, claro que te amo!... Passo depois das 5 aí na sua casa... Tá ok!... Tchau, amor.
_ Tô resolvendo uns assuntos da firma aqui na rua... Não, tô na rua mesmo!... Desculpa... Claro que sim... Amor, claro que te amo!... Passo depois das 5 aí na sua casa... Tá ok!... Tchau, amor.
Pimba! Olha como eu tenho sorte, minha gente! Quando a esmola é muita, o santo desconfia.
Depois, ele todo sem graça, ainda teve o topete de continuar me olhando. Vê se pode?! Homens... ¬¬’
Ps.: Descontos pra ele também, pq ninguém aguenta ser sufocado assim. Dá pra perceber que a fulana é no mínimo ciumenta e controladora. Maaaas se desconfiou dele é pq tem motivos, né?! E não era pra ter?
Preciso de sorte =/
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Proibido pra mim
Por que você mexe tanto comigo?
Seu abraço, seu cheiro, seu olhar e mais que vontade, desejo...
Um quase beijo...
Ainda estou na dúvida sobre o que é pior: resistir e ficar nessa tortura ou sofrer a dor da lembrança (já não tão acesa) do seu beijo, sem poder esperar por replay.
Seu abraço, seu cheiro, seu olhar e mais que vontade, desejo...
Um quase beijo...
Ainda estou na dúvida sobre o que é pior: resistir e ficar nessa tortura ou sofrer a dor da lembrança (já não tão acesa) do seu beijo, sem poder esperar por replay.
“Você me conhece da cabeça aos pés
Sabe me prender e me deixar assim
Basta um simples toque para me render
Sabe onde está o ponto fraco em mim”
(Edson Cadorini – Da cabeça aos pés)
!oreuqeT#quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Medo de amar... Por quê?
Quase sempre esquecemos que nem todos os “pratos estão eletrizados”
Já é tarde da noite e lá fora há um silêncio rural, interrompido somente pelo vento, e que hoje está mais forte, anunciando uma nova estação. A impressão que tenho é que tudo está tranqüilo lá fora e aqui dentro de minha alma. Mas não seria só uma impressão?
O fato é que tenho em minhas mãos um livro que se tornou meu amigo e conselheiro nesses últimos dias. De autoria do pesquisador e escritor Roberto Shinyashiki e Eliana Dumêt – ele trata sobre diversos assuntos ligados ao relacionamento humano, inclusive o medo de amar. Paro na página que acabo de ler e começo a escrever como que a me certificar do que aprendi, mas também para partilhar com você, leitor, algo que, segundo imagino, lhe fará o mesmo bem que fez a mim. Você já sentiu medo de amar? De relacionar-se com profundidade? Sabe de onde vem esse medo?
O escritor narra um experimento realizado pela Psicologia, que responde, de forma figurada, a esta e a outras perguntas ligadas a este assunto: o amor. Um cientista colocou um ratinho em uma gaiola para avaliar o comportamento dele. Ele conta que, no início, o animal ficou passeando de um lado para o outro, movido pela curiosidade. E ao sentir fome, dirigiu-se ao alimento depositado lá. No entanto, ao tocar no prato, no qual o pesquisador havia instalado um circuito elétrico, o animalzinho levou um grande choque, tão forte que, se não desistisse de tocá-lo, poderia morrer.
Depois do ocorrido, o camundongo correu na direção oposta ao prato. Se pudéssemos perguntar-lhe se ele estava com fome, certamente responderia que não, porque a dor provocada pelo choque, com certeza, faria com que desprezasse o alimento naquele momento. Depois de algum tempo, porém, o ratinho entrou em contato com a dupla possibilidade de morte: pelo choque ou pela fome. Contudo, quando a fome se tornou insuportável, o animal, vagarosamente, foi novamente em direção ao alimento. Nesse meio tempo, no entanto, o pesquisador desligara o circuito. O prato não estava mais eletrificado. Porém, quando quase iria tocá-lo, o ratinho teve a sensação de que levara um segundo choque. Houve taquicardia, os pêlos ficaram eriçados e ele correu, mais uma vez, em direção oposta ao prato. Se lhe perguntássemos o que havia acontecido, a resposta seria: “Levei outro choque”. Embora a energia elétrica estivesse desligada, e ele não soubesse disso...
A partir desse momento, o ratinho vai entrando numa grande tensão e seu objetivo passa a ser o de encontrar uma posição intermediária entre o limite da fome e o da obtenção do alimento, para que tenha certa tranqüilidade. Este estado é chamado de ponto de equilíbrio, porque representa uma posição entre o se fazer alguma coisa, no caso, alimentar-se e, ao mesmo tempo, evitar um novo choque.
É provável que você esteja se perguntando: “Mas o que isso tem a ver com medo de amar?”
Eu diria: Tudo! Muitas vezes, vemos pessoas, ou até nos vemos a nós mesmos, “tomando choque”, sem nem mesmo tocar no “prato”. Basta analisar em quantas ocasiões sentimos vontade de convidar alguém para sair, conversar, ir à praia, ou ao cinema e não fizemos nada disso temendo levar o “choque” do não! Ou ainda, quantas vezes deixamos de dizer às pessoas o quanto elas nos fazem bem e as amamos, por medo de que o sentimento não seja recíproco e com isso nos sintamos rejeitados?
Segundo o pesquisador, isso é tomar um “choque sem tocar no prato”.
O fato é que experiências dolorosas do passado podem provocar um medo terrível de novos sofrimentos. Mas o pior é que quase sempre esquecemos que nem todos os “pratos estão eletrizados”, ou seja, nem todas as pessoas têm as mesmas inseguranças ou outras fraquezas que, algum dia, nos deram um “choque”.
Segundo estudos científicos, a compreensão do que sentimos, é o melhor estímulo de que precisamos para recomeçar.
Talvez, hoje, seja o dia propício para fazer uma pausa e pensar: “Será que alguma experiência dolorosa do passado continua exercendo influência sobre meu jeito de amar e sobre a profundidade de meus relacionamentos?”
Amar é a primeira condição para estarmos em constante comunhão com Deus. Não temos o direito de nos privar desta vocação maravilhosa que o Senhor imprimiu em nosso coração no ato da criação.
“Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e todo o que ama, nasceu de Deus, e chega ao conhecimento de Deus (...) Quem não ama não conhece a Deus Porque Deus é amor.” (cf. I João 4,7)
Que o Mestre do Amor nos encoraje a irmos além do medo, e amarmos com profundidade aqueles que Ele, – em Sua infinita bondade –, aproxima de nós.
O fato é que tenho em minhas mãos um livro que se tornou meu amigo e conselheiro nesses últimos dias. De autoria do pesquisador e escritor Roberto Shinyashiki e Eliana Dumêt – ele trata sobre diversos assuntos ligados ao relacionamento humano, inclusive o medo de amar. Paro na página que acabo de ler e começo a escrever como que a me certificar do que aprendi, mas também para partilhar com você, leitor, algo que, segundo imagino, lhe fará o mesmo bem que fez a mim. Você já sentiu medo de amar? De relacionar-se com profundidade? Sabe de onde vem esse medo?
O escritor narra um experimento realizado pela Psicologia, que responde, de forma figurada, a esta e a outras perguntas ligadas a este assunto: o amor. Um cientista colocou um ratinho em uma gaiola para avaliar o comportamento dele. Ele conta que, no início, o animal ficou passeando de um lado para o outro, movido pela curiosidade. E ao sentir fome, dirigiu-se ao alimento depositado lá. No entanto, ao tocar no prato, no qual o pesquisador havia instalado um circuito elétrico, o animalzinho levou um grande choque, tão forte que, se não desistisse de tocá-lo, poderia morrer.
Depois do ocorrido, o camundongo correu na direção oposta ao prato. Se pudéssemos perguntar-lhe se ele estava com fome, certamente responderia que não, porque a dor provocada pelo choque, com certeza, faria com que desprezasse o alimento naquele momento. Depois de algum tempo, porém, o ratinho entrou em contato com a dupla possibilidade de morte: pelo choque ou pela fome. Contudo, quando a fome se tornou insuportável, o animal, vagarosamente, foi novamente em direção ao alimento. Nesse meio tempo, no entanto, o pesquisador desligara o circuito. O prato não estava mais eletrificado. Porém, quando quase iria tocá-lo, o ratinho teve a sensação de que levara um segundo choque. Houve taquicardia, os pêlos ficaram eriçados e ele correu, mais uma vez, em direção oposta ao prato. Se lhe perguntássemos o que havia acontecido, a resposta seria: “Levei outro choque”. Embora a energia elétrica estivesse desligada, e ele não soubesse disso...
A partir desse momento, o ratinho vai entrando numa grande tensão e seu objetivo passa a ser o de encontrar uma posição intermediária entre o limite da fome e o da obtenção do alimento, para que tenha certa tranqüilidade. Este estado é chamado de ponto de equilíbrio, porque representa uma posição entre o se fazer alguma coisa, no caso, alimentar-se e, ao mesmo tempo, evitar um novo choque.
É provável que você esteja se perguntando: “Mas o que isso tem a ver com medo de amar?”
Eu diria: Tudo! Muitas vezes, vemos pessoas, ou até nos vemos a nós mesmos, “tomando choque”, sem nem mesmo tocar no “prato”. Basta analisar em quantas ocasiões sentimos vontade de convidar alguém para sair, conversar, ir à praia, ou ao cinema e não fizemos nada disso temendo levar o “choque” do não! Ou ainda, quantas vezes deixamos de dizer às pessoas o quanto elas nos fazem bem e as amamos, por medo de que o sentimento não seja recíproco e com isso nos sintamos rejeitados?
Segundo o pesquisador, isso é tomar um “choque sem tocar no prato”.O fato é que experiências dolorosas do passado podem provocar um medo terrível de novos sofrimentos. Mas o pior é que quase sempre esquecemos que nem todos os “pratos estão eletrizados”, ou seja, nem todas as pessoas têm as mesmas inseguranças ou outras fraquezas que, algum dia, nos deram um “choque”.
Segundo estudos científicos, a compreensão do que sentimos, é o melhor estímulo de que precisamos para recomeçar.
Talvez, hoje, seja o dia propício para fazer uma pausa e pensar: “Será que alguma experiência dolorosa do passado continua exercendo influência sobre meu jeito de amar e sobre a profundidade de meus relacionamentos?”
Amar é a primeira condição para estarmos em constante comunhão com Deus. Não temos o direito de nos privar desta vocação maravilhosa que o Senhor imprimiu em nosso coração no ato da criação.
“Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus, e todo o que ama, nasceu de Deus, e chega ao conhecimento de Deus (...) Quem não ama não conhece a Deus Porque Deus é amor.” (cf. I João 4,7)
Que o Mestre do Amor nos encoraje a irmos além do medo, e amarmos com profundidade aqueles que Ele, – em Sua infinita bondade –, aproxima de nós.
Dijanira Silva
dijanira@geracaophn.com
Dijanira Silva Apresentadora da Rádio CN FM 103.7 em Fátima Portugal.
dijanira@geracaophn.com
Dijanira Silva Apresentadora da Rádio CN FM 103.7 em Fátima Portugal.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Crônica do Amor
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
Arnaldo Jabor
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
Arnaldo Jabor
quinta-feira, 28 de abril de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
Pra nunca desistir de ser mulher
Senhor,
Coloque um espelho no meio do meu caminho entre a lavanderia, o supermercado, o colégio e a locadora. E que, ao me olhar, eu goste do que veja.
Não deixe que eu passe uma semana sem usar um batom bem vermelho, uma bota bem alta ou um jeans bem justo. Proteja meus cachos do vento e os brincos dos olhares invejosos.
Não deixe que eu passe uma semana sem usar um batom bem vermelho, uma bota bem alta ou um jeans bem justo. Proteja meus cachos do vento e os brincos dos olhares invejosos.
Que nunca faltem na minha vida comédias românticas e boas depiladoras. Deixe que eu feche os registros e as janelas. Mas, por favor, abra algumas portas.
Se eu estiver com vontade de chorar, faça com que eu chore um dilúvio. E que tenha saído de casa sem pintar o olho.
Para cada dia de TPM, me dê uma vitrine com sapatos lindos.
Já que eu nunca pedi milagres, faça com que minhas celulites sejam ao menos discretinhas. Me dê saúde, tempo livre, silêncio. E um dermatologista de confiança. Também vizinhos tolerantes que não perguntem por que eu corro na esteira depois de meia-noite.
Dê forças para eu insistir que meus filhos comam salada, digam obrigado, limpem a boca no guardanapo, façam as pazes e puxem a descarga. Cegue meus olhos para a sujeira dos cantos e os brinquedos no meio da sala.
Não deixe que a minha testa fique franzida como uma saia plissada.
Ajude para que eu chegue do trabalho e ainda consiga brincar, fazer cosquinha, pintar dentro da linha preta. E se eu não tiver a menor condição de me manter em pé, faça com que as crianças voltem dormindo da escola.
Para cada dia de TPM, me dê uma vitrine com sapatos lindos.
Já que eu nunca pedi milagres, faça com que minhas celulites sejam ao menos discretinhas. Me dê saúde, tempo livre, silêncio. E um dermatologista de confiança. Também vizinhos tolerantes que não perguntem por que eu corro na esteira depois de meia-noite.
Dê forças para eu insistir que meus filhos comam salada, digam obrigado, limpem a boca no guardanapo, façam as pazes e puxem a descarga. Cegue meus olhos para a sujeira dos cantos e os brinquedos no meio da sala.
Não deixe que a minha testa fique franzida como uma saia plissada.
Ajude para que eu chegue do trabalho e ainda consiga brincar, fazer cosquinha, pintar dentro da linha preta. E se eu não tiver a menor condição de me manter em pé, faça com que as crianças voltem dormindo da escola.
Dê firmeza para os meus seios e os meus argumentos. Entenda se eu pintar as unhas e roer tudo depois.
Faça com que o sol seja meu personal trainer, meu complexo de vitaminas, meu carregador de baterias – mas quando eu pedir um diazinho de chuva, não pergunte por quê.
Afaste os homens que não elogiam e os que buzinam antes de abrir o sinal. Proteja minha poucas horas de sono e não me julgue mal caso eu não acorde de madrugada para cobrir meus filhos.
Que o trabalho não seja bom somente no dia do pagamento. Para cada batata quente, me dê um café recém-passado.
Ilumine o espelho do banheiro e proteja minhas pinças, meus cremes e segredos. Entenda quando eu rezo para cancelarem uma reunião – não é gastar reza à toa, pode ter certeza. Faça com que eu siga a dieta e a intuição.
Ajude a não faltar gasolina, não furar pneu, não arranhar calota. E afaste os motoqueiros do meu retrovisor. No meio de tudo isso, faça com que eu ache tempo para virar namorada de novo, ir ao cinema, jantar fora, beijar na boca, dormir abraçadinha.Por mais complicado que seja meu dia, faça com que ele termine. E não eu.
(Magali Moraes)
Feliz dia Internacional da Mulher!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Em caso de despressurização
Eu estava dentro de um avião, prestes a decolar, e pela milionésima vez na vida escutava a orientação da comissária: "Em caso de despressurização da cabine, máscaras cairão automaticamente à sua frente. Coloque primeiro a sua e só então auxilie quem estiver ao seu lado." E a imagem no monitor mostrava justamente isso, uma mãe colocando a máscara no filho pequeno, estando ela já com a dela.
É uma imagem um pouco aflitiva, porque a tendência de todas as mães é primeiro salvar o filho e depois pensar em si mesma. Um instinto natural da fêmea que há em nós. Mas a orientação dentro dos aviões tem lógica: como poderíamos ajudar quem quer que seja estando desmaiadas, sufocadas, despressurizadas?
Isso vem ao encontro de algo que sempre defendi, por mais que pareça egoísmo: se quer colaborar com o mundo, comece por você.
Tem gente à beça fazendo discurso pela ordem e reclamando em nome dos outros, mas mantém a própria vida desarrumada. Trabalham naquilo que não gostam, não se esforçam para manter uma relação de amor prazerosa, não cuidam da própria saúde, não se interessam por cultura e informação e estão mais propensos a rosnar do que a aprender. Com a cabeça assim minada, vão passar que tipo de tranqüilidade adiante? Que espécie de exemplo? E vão reivindicar o quê?
Quer uma cidade mais limpa, comece pelo seu quarto, seu banheiro e seu jardim.
Quer mais justiça social, respeite os direitos da empregada que trabalha na sua casa.
Um trânsito menos violento, é simples: avalie como você mesmo dirige.
E uma vida melhor para todos? Pô, ajudaria bastante pôr um sorriso nesse rosto, encontrar soluções viáveis para seus problemas, dar uma melhorada em você mesmo.
É uma imagem um pouco aflitiva, porque a tendência de todas as mães é primeiro salvar o filho e depois pensar em si mesma. Um instinto natural da fêmea que há em nós. Mas a orientação dentro dos aviões tem lógica: como poderíamos ajudar quem quer que seja estando desmaiadas, sufocadas, despressurizadas?
Isso vem ao encontro de algo que sempre defendi, por mais que pareça egoísmo: se quer colaborar com o mundo, comece por você.
Tem gente à beça fazendo discurso pela ordem e reclamando em nome dos outros, mas mantém a própria vida desarrumada. Trabalham naquilo que não gostam, não se esforçam para manter uma relação de amor prazerosa, não cuidam da própria saúde, não se interessam por cultura e informação e estão mais propensos a rosnar do que a aprender. Com a cabeça assim minada, vão passar que tipo de tranqüilidade adiante? Que espécie de exemplo? E vão reivindicar o quê?
Quer uma cidade mais limpa, comece pelo seu quarto, seu banheiro e seu jardim.
Quer mais justiça social, respeite os direitos da empregada que trabalha na sua casa.
Um trânsito menos violento, é simples: avalie como você mesmo dirige.
E uma vida melhor para todos? Pô, ajudaria bastante pôr um sorriso nesse rosto, encontrar soluções viáveis para seus problemas, dar uma melhorada em você mesmo.
Parece simplório, mas é apenas simples. Não sei se esse é o tal "segredo" que andou circulando pelos cinemas e sendo publicado em livro, mas o fato é que dar um jeito em si mesmo já é uma boa contribuição para salvar o mundo, essa missão heróica e tão bem intencionada.
Claro que não é preciso estar com a vida ganha para ser solidário. A experiência mostra que as pessoas que mais se sensibilizam com os dilemas alheios são aquelas que ainda têm muito a resolver na sua vida pessoal. Por outro lado, elas não praguejam, não gastam seu latim à toa: agem. A generosidade é seu oxigênio.
Tudo o que nos acontece é responsabilidade nossa, tanto a parte boa quanto a parte ruim da nossa história, salvo fatalidades do destino e abandonos sociais. E, mesmo entre os menos afortunados, há os que viram o jogo, ao contrário daqueles que apenas viram uns chatos. Portanto, fazer nossa parte é o mínimo que se espera.
Antes de falar mal da "Caras", pense se você mesmo não anda fazendo muita fofoca. Coloque sua camiseta pró-ecologia, mas antes lembre-se de não jogar lixo na rua e nem de usar o carro desnecessariamente. Reduza o desperdício na sua casa.
Uma coisa está relacionada com a outra: você e o universo. Quer mesmo salvá-lo? Analise seu próprio comportamento. Não se sinta culpado por pensar em si próprio. Cuide do seu espírito, do seu humor. Arrume seu cotidiano. Agora sim, estando quite consigo mesmo, vá em frente e mostre aos outros como se faz.
Claro que não é preciso estar com a vida ganha para ser solidário. A experiência mostra que as pessoas que mais se sensibilizam com os dilemas alheios são aquelas que ainda têm muito a resolver na sua vida pessoal. Por outro lado, elas não praguejam, não gastam seu latim à toa: agem. A generosidade é seu oxigênio.
Tudo o que nos acontece é responsabilidade nossa, tanto a parte boa quanto a parte ruim da nossa história, salvo fatalidades do destino e abandonos sociais. E, mesmo entre os menos afortunados, há os que viram o jogo, ao contrário daqueles que apenas viram uns chatos. Portanto, fazer nossa parte é o mínimo que se espera.
Antes de falar mal da "Caras", pense se você mesmo não anda fazendo muita fofoca. Coloque sua camiseta pró-ecologia, mas antes lembre-se de não jogar lixo na rua e nem de usar o carro desnecessariamente. Reduza o desperdício na sua casa.
Uma coisa está relacionada com a outra: você e o universo. Quer mesmo salvá-lo? Analise seu próprio comportamento. Não se sinta culpado por pensar em si próprio. Cuide do seu espírito, do seu humor. Arrume seu cotidiano. Agora sim, estando quite consigo mesmo, vá em frente e mostre aos outros como se faz.
(Martha Medeiros)
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Indecisão
(Aviões do Forró)
Quando você diz que me quer
Meu coração chora de dúvidas
Se realmente quer
Por que não fica comigo?
Dói no coração em saber
Que existe outro alguém com você
Ganhando seus abraços e seus beijos
Quem ama quer estar sempre perto
Quem quer, faz de tudo pra dar certo
Essa sua indecisão
Não faz bem pro meu coração
Que já se entregou por inteiro
Um lindo momento de amor
No meu pensamento ficou
Será que no momento sente o mesmo
Quem ama quer estar sempre perto
Quem quer, faz de tudo pra dar certo
(Refrão)
Se era pra ser assim
Então por que cuidou tão bem de mim?
Me seduziu, me enfeitiçou
Diz que me quer
Mais comigo não ficou
Essa sua indecisão
Não faz bem pro meu coração
Que já se entregou por inteiro
Um lindo momento de amor
No meu pensamento ficou
Será que no momento sente o mesmo
Quem ama quer estar sempre perto
Quem quer, faz de tudo pra dar certo
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
A ponte e a rua sem saída
Acredito sinceramente que, independente de nosso preparo ou vontade, temos todos uma missão em nossas vidas.
Somos predestinados a viver esse ou aquele resultado, para tudo o que fazemos.
Não quero afirmar que tudo é pré-definido e pré-programado.
Ou ainda, que o acaso não existe. Longe disso. Quando afirmo sobre a existência dessa missão, na verdade quero refletir sobre questões maiores e bem mais amplas da nossa vida.
A missão sobre a qual quero refletir está, na verdade, muito mais relacionada às nossas vocações pessoais de vida. Tanto as que temos, quanto as que podemos desenvolver.
Estas vocações, igualmente, não estão relacionadas meramente à questão profissional ou à carreira de cada um.
Dizem respeito às nossas inclinações de vida e ao grande e real sentido que podemos dar a ela.
Vivemos, cada qual no seu ritmo, sob constantes dilemas e tensões, que dão claras indicações da nossa capacidade de suportar, bem ou mal, as tantas questões que afetam o nosso dia-a-dia.
E, baseado nisso, posso afirmar: a vida é eternamente feita de escolhas, pois sempre escolhemos o que fazer e qual caminho tomar.
Mesmo sob pressão, as decisões que tomamos na vida, do início ao fim, serão sempre nossas.
Não apenas elas, mas também o peso e o preço da responsabilidade de decidir.
Pode parecer uma reflexão simples, mas não é. Afinal, são as decisões tomadas que vão desenhar e determinar o rumo que toma a nossa vida.
Não importa a magnitude das escolhas. Das pequenas coisas às grandes causas, exercemos o chamado “livre arbítrio”, que é a liberdade de escolher qual o caminho a seguir ou a alternativa a escolher.
As chances de erros, ou de acertos, estão em nossas mãos.
Acertaremos algumas vezes e erraremos outras tantas.
Mas, o que é importante, não é acertar sempre. Até por que não somos absolutamente perfeitos.
Mais importante do que decidir corretamente é, acima de tudo, procurar aprender com as decisões que tomamos.
E qual o aprendizado e a experiência útil que podemos extrair delas.
O ideal é desenvolvermos em nós a convicção e a consciência de que tudo em nossa vida deve estar a serviço do nosso crescimento e da nossa evolução.
É interessante perceber como, em muitos casos, temos uma especial capacidade de dificultar as coisas à nossa volta.
Na visão de algumas pessoas, mesmo aquilo que possa ser aparentemente simples ganha curiosos contornos de complexidade.
O que torna tudo sempre mais “complicado”, inclusive para aqueles que cruzarem o caminho destas pessoas, de temperamento difícil ou suscetível demais.
E saiba: esse comportamento também é uma decisão.
Na vida, decidimos se queremos ser como uma “ponte”, caminho que leva, conduz e dá acesso a nós e a quem passar por nós.
Ou se queremos ser como uma “rua sem saída”, caminho que não é caminho e que, portanto, não leva a lugar algum.
Pois é assim que muitos são, sem perceber, obstáculos de si próprios, sem se aperceberem da importância que suas vidas têm.
Aqueles que mais parecem “uma rua sem saída”, tanto perdem tempo como impõem essa perda também aos outros.
Pessoas assim preocupam-se mais em disseminar suas fragilidades do que aquilo que possam ter de bom. Inconscientemente, acabam por dividir muito mais os seus egoísmos do que qualquer coisa de positivo.
Nossa missão e vocações devem ser norteadas por atitudes positivas e que nos façam crescer, com ganhos que não são exclusivamente nossos, mas também das pessoas que gravitam em torno de nós.
As pessoas “ponte” são positivas e sempre atraem para si pessoas que também são assim. São pessoas que querem chegar a algum lugar, mas não sozinhas...
Têm vontade de crescer e mais compartilhar seu crescimento.
Quero concluir, convidando você a ser uma "ponte"...
Uma grande ponte! Ser uma pessoa que tem acesso e que dá acesso!
Sejamos arquitetos do possível e do positivo, tanto para nós como para quem quer que cruze nosso caminho.
Pense nisso e até a próxima.
...
Créditos à minha amiga Claudiane, que me mandou esse lindo texto!
Somos predestinados a viver esse ou aquele resultado, para tudo o que fazemos.
Não quero afirmar que tudo é pré-definido e pré-programado.
Ou ainda, que o acaso não existe. Longe disso. Quando afirmo sobre a existência dessa missão, na verdade quero refletir sobre questões maiores e bem mais amplas da nossa vida.
A missão sobre a qual quero refletir está, na verdade, muito mais relacionada às nossas vocações pessoais de vida. Tanto as que temos, quanto as que podemos desenvolver.
Estas vocações, igualmente, não estão relacionadas meramente à questão profissional ou à carreira de cada um.
Dizem respeito às nossas inclinações de vida e ao grande e real sentido que podemos dar a ela.
Vivemos, cada qual no seu ritmo, sob constantes dilemas e tensões, que dão claras indicações da nossa capacidade de suportar, bem ou mal, as tantas questões que afetam o nosso dia-a-dia.
E, baseado nisso, posso afirmar: a vida é eternamente feita de escolhas, pois sempre escolhemos o que fazer e qual caminho tomar.
Mesmo sob pressão, as decisões que tomamos na vida, do início ao fim, serão sempre nossas.
Não apenas elas, mas também o peso e o preço da responsabilidade de decidir.
Pode parecer uma reflexão simples, mas não é. Afinal, são as decisões tomadas que vão desenhar e determinar o rumo que toma a nossa vida.
Não importa a magnitude das escolhas. Das pequenas coisas às grandes causas, exercemos o chamado “livre arbítrio”, que é a liberdade de escolher qual o caminho a seguir ou a alternativa a escolher.
As chances de erros, ou de acertos, estão em nossas mãos.
Acertaremos algumas vezes e erraremos outras tantas.
Mas, o que é importante, não é acertar sempre. Até por que não somos absolutamente perfeitos.
Mais importante do que decidir corretamente é, acima de tudo, procurar aprender com as decisões que tomamos.
E qual o aprendizado e a experiência útil que podemos extrair delas.
O ideal é desenvolvermos em nós a convicção e a consciência de que tudo em nossa vida deve estar a serviço do nosso crescimento e da nossa evolução.
É interessante perceber como, em muitos casos, temos uma especial capacidade de dificultar as coisas à nossa volta.
Na visão de algumas pessoas, mesmo aquilo que possa ser aparentemente simples ganha curiosos contornos de complexidade.
O que torna tudo sempre mais “complicado”, inclusive para aqueles que cruzarem o caminho destas pessoas, de temperamento difícil ou suscetível demais.
E saiba: esse comportamento também é uma decisão.
Na vida, decidimos se queremos ser como uma “ponte”, caminho que leva, conduz e dá acesso a nós e a quem passar por nós.
Ou se queremos ser como uma “rua sem saída”, caminho que não é caminho e que, portanto, não leva a lugar algum.
Pois é assim que muitos são, sem perceber, obstáculos de si próprios, sem se aperceberem da importância que suas vidas têm.
Aqueles que mais parecem “uma rua sem saída”, tanto perdem tempo como impõem essa perda também aos outros.
Pessoas assim preocupam-se mais em disseminar suas fragilidades do que aquilo que possam ter de bom. Inconscientemente, acabam por dividir muito mais os seus egoísmos do que qualquer coisa de positivo.
Nossa missão e vocações devem ser norteadas por atitudes positivas e que nos façam crescer, com ganhos que não são exclusivamente nossos, mas também das pessoas que gravitam em torno de nós.
As pessoas “ponte” são positivas e sempre atraem para si pessoas que também são assim. São pessoas que querem chegar a algum lugar, mas não sozinhas...
Têm vontade de crescer e mais compartilhar seu crescimento.
Quero concluir, convidando você a ser uma "ponte"...
Uma grande ponte! Ser uma pessoa que tem acesso e que dá acesso!
Sejamos arquitetos do possível e do positivo, tanto para nós como para quem quer que cruze nosso caminho.
Pense nisso e até a próxima.
...
Créditos à minha amiga Claudiane, que me mandou esse lindo texto!
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Homens, segundo Vinicius de Moraes
Os Homens.Os homens bons são feios.
Os homens bonitos não são bons.
Os homens bonitos e bons são gays.
Os homens bonitos, bons e heterossexuais estão casados.
Os homens que não são bonitos, mas são bons, não têm dinheiro.
Os homens que não são bonitos, mas que são bons e com dinheiro, pensam que só estamos atrás de seu dinheiro.
Os homens bonitos, que não são bons e são heterossexuais, não acham que somos suficientemente bonitas.
Os homens que nos acham bonitas, que são heterossexuais, bons e têm dinheiro são covardes.
Os homens que são bonitos, bons, têm dinheiro e graças a Deus são heterossexuais, são tímidos e
NUNCA DÃO O PRIMEIRO PASSO!
Os homens que nunca dão o primeiro passo, automaticamente perdem o interesse em nós quando tomamos a iniciativa.
AGORA… QUEM NESSE MUNDO ENTENDE OS HOMENS?
Moral da História: ” Homens são como um bom vinho.
Todos começam como uvas, e é dever da mulher pisoteá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa companhia pro jantar “.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O tempo vooooooa
Estou ausente desde junho pq parei de vagabundar comecei a trabalhar e estou sem tempo pra NADA!
Passo uma boa parte do meu dia dormindo, pq senão viro zumbi. Tá, eu sei que dormir é perda de tempo, mas se eu não dormir eu fico nas nuvens o dia inteiro (Quem sou eu? Aonde estou? "Alá" o passarinho!), uma verdadeira songa monga. Agora, trabalhando, perco mais 8h horas do meu dia... Mas disso não posso reclamar, pelo menos tenho MEEEEEEEU dinheirinho no final no mês.
Já passou o Natal, Reveillón, com eles a depressão de fim de ano (quando vc se arrepende do tempo que perdeu, sem correr atrás dos seus objetivos, esperando que tudo se acertasse de repente), daí vc se toca que é ano novo, vida nova, faz planos e promessas - como se fosse realmente cumprí-las.
Por falar em cumprir promessas... Tenho uma novidade: Parei de roer unhas!!!!!!!! Nossa, isso foi um desafio pra mim, mas eu superei! - Depois comento aqui, se vcs quiserem saber, sobre um milagroso produto para unhas fracas que mudou a minha vida!
Janeiro já está quase indo embora, mas ainda dá tempo de desejar a todos um ótimo 2011. Desejo que esse ano seja repleto de determinação, de conquistas, de realizações, saúde, paz e muito, muito, muito AMOR, seja ele de qualquer jeito, pois o amor é a base de tudo.
Que esse ano realmente faça a diferença. Que seja marcante, indescritível, maravilhoso...
Beijos pra vocês
Espero voltar em breve
domingo, 27 de junho de 2010
13 verdades sobre os homens...
Recebi por e-mail, achei muito engraçado e resolvi postar...
Pura verdade!
01) Como se chama uma mulher que sabe onde seu marido está, todas as noites?
Resposta: Viúva.
02) Como se chama um homem inteligente, sensível e bonito?
R.: Boato.
03) O que deve fazer uma mulher quando seu marido corre em zigue-zague pelo jardim?
R.: Continuar a atirar!
04) Por que os homens não têm período de crise na idade madura?
R.: Porque nunca saem da adolescência. (Absolutamente verdade!)
05) Qual é o ponto comum entre os homens que freqüentam bares para solteiros?
R.: Todos eles são casados.
06) Por que as mulheres não querem mais se casar?
R.: Porque não é justo! Imagine: por causa de ' 100 gramas de lingüiça' ter
que levar o porco inteiro! (Mto boa!!!)
07) Qual a semelhança entre o homem e o microondas?
R.: Aquecem em 15 segundos!
08) Qual a semelhança entre o homem e o caracol?
R.: Ambos têm chifres, babam e se arrastam. E ainda pensam que a casa é deles!
09) Por que não existe homem inteligente, sensível e bonito ao mesmo tempo?
R.: Seria mulher!
10) Quando um homem mostra que tem planos para o futuro?
R.: Quando ele compra 2 caixas de cerveja.
11) Por que mulheres casadas são mais gordas do que as solteiras?
R.: A solteira chega em casa, vê o que tem na geladeira e vai pra cama.
Já a casada vê o que tem na cama e vai pra geladeira. (Hahahahaha)
12) O que disse Deus depois de criar o homem
R.: Tenho que ser capaz de fazer coisa melhor...
13) O que disse Deus depois de criar a mulher?
R.: A prática traz a perfeição!
Hahahahahaha muuuuuiiiito bom...
Pura verdade!
01) Como se chama uma mulher que sabe onde seu marido está, todas as noites?
Resposta: Viúva.
02) Como se chama um homem inteligente, sensível e bonito?
R.: Boato.
03) O que deve fazer uma mulher quando seu marido corre em zigue-zague pelo jardim?
R.: Continuar a atirar!
04) Por que os homens não têm período de crise na idade madura?
R.: Porque nunca saem da adolescência. (Absolutamente verdade!)
05) Qual é o ponto comum entre os homens que freqüentam bares para solteiros?
R.: Todos eles são casados.
06) Por que as mulheres não querem mais se casar?
R.: Porque não é justo! Imagine: por causa de ' 100 gramas de lingüiça' ter
que levar o porco inteiro! (Mto boa!!!)
07) Qual a semelhança entre o homem e o microondas?
R.: Aquecem em 15 segundos!
08) Qual a semelhança entre o homem e o caracol?
R.: Ambos têm chifres, babam e se arrastam. E ainda pensam que a casa é deles!
09) Por que não existe homem inteligente, sensível e bonito ao mesmo tempo?
R.: Seria mulher!
10) Quando um homem mostra que tem planos para o futuro?
R.: Quando ele compra 2 caixas de cerveja.
11) Por que mulheres casadas são mais gordas do que as solteiras?
R.: A solteira chega em casa, vê o que tem na geladeira e vai pra cama.
Já a casada vê o que tem na cama e vai pra geladeira. (Hahahahaha)
12) O que disse Deus depois de criar o homem
R.: Tenho que ser capaz de fazer coisa melhor...
13) O que disse Deus depois de criar a mulher?
R.: A prática traz a perfeição!
Hahahahahaha muuuuuiiiito bom...
quinta-feira, 20 de maio de 2010
"Lutar sempre, vencer talvez, desistir jamais"

Meu intuito era fazer um post sobre "como vencer as barreiras da vida", mas acho que vai acabar saindo um desabafo.
A vida não é tão simples quanto se pensa... Quem não passa por dificuldades é pq não vive. Até pq viver não significa apenas estar vivo.
Tantas pessoas, tantos planos, muitas vidas, muitas balas perdidas, maníacos e pessoas sem coração.
Qual é o propósito da vida de uma pessoa que está cercada pela violência, pelas drogas, pela má influência?
É difícil ser guerreiro pra contrariar as normas da convivência. É difícil dar a volta por cima quando existem pessoas que durante muitos e muitos anos trabalham pra alcançar o sucesso, e dar de cara com um traficantes que são ricos, que tem tudo que quiserem, que de maneira erronea alcançaram o sucesso em dias.
E quando o erro é por diversão, ou simplismente aventura? Muitas vezes a justiça falha. Quem era pra nos proteger aceita subornos. E quem nos intimida está solto.
Às vezes é preciso fazer vista grossa a essas barbaridades. Querendo ou não, a desigualdade social é a grande responsável por isso tudo e será sempre um problema sem solução. sempre vai existir aquele que é mais poderoso, que se aproveita dos mais desfavorecidos economicamente. Mas é um problema que pode ser amenizado.
Vivemos num país onde a educação não é bem estruturada. A utilização das verbas e legislação não são bem administradas nem constituídas. Diante da falta de organização é difícil consertar um problema que já está bem implantado e evoluído.
A nós, guerreiros, que queremos fazer a diferença diante dessa loucura dos dias de hoje, é complicado ultrapassar todas as barreiras pra ser alguém na vida, pra conquistar nosso espaço. É preciso muita determinação. São inevitáveis aqueles momentos de angústia, que a gente pensa em desistir de tudo, perde a fé , a coragem e o medo toma conta, seguido pela depressão.
Portanto, é importante sempre insistir, nunca perder a fé, seguir o seu caminho e fazer a sua parte. ultrapassar barreiras, dar a volta por cima e nunca desistir, como disse o Che "Lutar sempre, vencer talvez, desistir jamais".
segunda-feira, 5 de abril de 2010
A realidade não é o que parece I
Famosas sem maquiagem.
(Cameron Diaz)
Assunto
A realidade não é o que parece,
Engraçado
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Sem sorte?
Pra começar o dia, ontem acordei menstruada, derramei café na blusa que tinha acabado de passar pra usar.
Saindo de casa, pisei num cocô de cachorro e depois de 2 quarteirões longe de casa me lembrei que tinha esquecido o celular - que não podia ter esquecido, pq estava esperando uma ligação. Em frente ao portão, percebi que fiz o favor de esquecer também a chave de casa. Gritando escandalosamente ao portão na rua barulhenta, eis que me surge vagarosamente a minha avó, perguntando se eu tinha me esquecido a chave e tentando ter um diálogo comigo a distância.
Troquei de sandália, peguei a bolsa, abri e conferi. Pronto! Tudo certo.
Saí novamente de casa, desviei do cocô de cachorro, fui até o meu destino.
Trocas de presentes de aniversário... Sabe como é, né? Tamanho errado, cores escandalosas e de quebra, uma calcinha estilo vovó que ganhei da minha tia-vó. Pra variar, a calcinha não consegui trocar, e aquela maravilhosa blusa tamanho P não tinha maior. As blusas com cores escandalosas estão na moda, mas pra quem vive com dor de cabeça, não são ideais. Troquei umas 2, mas me resta ainda aquela verde ou amarela (cor de marca texto), que seja.
Véspera de feriadão, rua cheia. Como todo bom brasileiro, a maioria deixa tudo pra
última hora. Todo mundo acertando as contas que vencem no domingo, ou resolvendo algum problema na conta, até mesmo atualizando cadastro. Meia hora esperando pra pegar uma senha: 47 (estava no número 923 – chegando a 999 a senha volta ao 01). Olha que maravilha!
É claro que fui em casa, era umas 2:47 da tarde já... Deixei as roupas, em cima da cama, almocei, cochileeeeei... Ops! 4:02...
Escovei os dentes e fui pro banco, e... Pimba! Quando eu coloco minha cara pra fora de casa, o homem mais chato da face da terra aparece na mesma calçada a uma distância de uns 5 metros. Eu tentando atravessar e o Fulano se aproximando. Até que eu pensei: se eu ficar, eu vou acabar agredindo esse fdp então... “Seja o que Deus quiser”, e fui linda e indestrutível na frente dos carros. Ouvi alguns insultos e buzinas, mas pelo menos cheguei inteira do outro lado da calçada.
Corre, Karine... Daí no meio de tanta correria a esperada ligação (será que finalmente fui aceita na entrevista de emprego?).
_ Alô
_ Olá, Karine. Tudo bem?
(eu conheço essa voz...)
_ Oi. Tudo. E com vc?
_ Tudo ótimo agora. Acabei de te ver. Vê se toma mais cuidado quando for atravessar a rua.
Sabiiiiiiia! Maldito fdp, se ele soubesse o motivo do meu quase suicídio... ¬¬’_ Ah, oi Fulano! É que eu to com pressa. Aonde conseguiu meu número?
_ Um passarinho azul me contou. Quando a gente quer, a gente corre atrás, né?!
Maldito seja também esse infeliz desse passarinho. Tomara que se entale com alpiste.
_ Alô “hrshshssrsrshrsrsr” não to te ouvindo... “rshhrshsrshshsshs”
_ Não tem importância não, eu estou atrás de você.
(e desligo o telefone)

Desmoronei nessa hora. É impressionante como o chato não percebe que está sendo chato e inconveniente.
Olhei pra trás, lá estava ele com seus olhos brilhando a alguns passos de mim. Será que ele realmente pensou que a ligação estava ruim?
Agora não tenho saída, ou mando ir pra merda ou fico aqui a tarde inteira. O pior é que eu não consigo ser tão grossa... Tá bom... Dou 1 minuto de atenção e depois despacho.
O estopor não parava de falar, nem pra respirar. E pra completar, ainda ficava me cutucando. Chato quando é chato, ele tenta ser o melhor no que ele faz de pior. Pqp!
Tentava fugir, mas o cabrunco não parava de falar, pior que narrador de futebol.
5, 10, 15 minutos de glória pra ele. Pqp²!
_ Eu tenho que ir, estou com pressa.
_ Tudo bem, eu te acompanho!
Quando vc pensa que está se libertando, vc nem desatou o primeiro nó.
Nunca fiquei tão feliz de chegar num banco pra pagar conta.
_ Obrigada pela sua companhia. Tchau.
_ Não, eu fico aqui com vc até vc sair.
_ Que isso! Imagina... Muitíssimo obrigada pela sua companhia. Faço questão que vc vá pra casa descansar.
_ Então tá bom. Foi um prazer revê-la.
Nossa! Nem acredito que o chiclete desgrudou! Uffa... Que alívio.
Subo as escadas aos tropeços. E o que me acontece?
A sandália arrebenta na escada do banco.
Só pode ser sacanagem, né? Algum saci ta tirando com a minha cara hoje, só pode!
Abaixei, peguei as sandálias e terminei de subir. As catiréias todas olhando pra minha cara tentando esconder o risinho ¬¬’ Muito engraçado mesmo, engraçadíssimo!
Pra ficar mais cômico ainda, a senha já estava na 52!
Desci as escadas quase dando um murro nas paredes. Taquei as sandálias na lixeira e fui pra casa ARRASADA!
No final do dia, o saci me deu um descanso. Fui pra aula. Tudo correu normalmente. Exceto por ter grudado chiclete da cadeira na minha calça nova e pela minha caneta esferográfica preferida ter caído de bico no chão e ter parado de funcionar. Sem esquecer também da topada que eu dei no dedinho do pé na quina da cômoda do meu quarto.
“Isso é tudo, pessoal”
MENTIIIIIIIIIIIIIIIIRINHAAA!
*PS: 1º DE ABRIL – DIA DA MENTIRA! Num momento de grande inspiração, decidi juntar tudo de ruim que acontece com a gente de vez enquando, ou que já aconteceu alguma vez na vida. Espero que eu nunca tenha um dia azarento como esse, nem parecido...

Beijinhos ;**
Saindo de casa, pisei num cocô de cachorro e depois de 2 quarteirões longe de casa me lembrei que tinha esquecido o celular - que não podia ter esquecido, pq estava esperando uma ligação. Em frente ao portão, percebi que fiz o favor de esquecer também a chave de casa. Gritando escandalosamente ao portão na rua barulhenta, eis que me surge vagarosamente a minha avó, perguntando se eu tinha me esquecido a chave e tentando ter um diálogo comigo a distância.
Troquei de sandália, peguei a bolsa, abri e conferi. Pronto! Tudo certo.
Saí novamente de casa, desviei do cocô de cachorro, fui até o meu destino.
Trocas de presentes de aniversário... Sabe como é, né? Tamanho errado, cores escandalosas e de quebra, uma calcinha estilo vovó que ganhei da minha tia-vó. Pra variar, a calcinha não consegui trocar, e aquela maravilhosa blusa tamanho P não tinha maior. As blusas com cores escandalosas estão na moda, mas pra quem vive com dor de cabeça, não são ideais. Troquei umas 2, mas me resta ainda aquela verde ou amarela (cor de marca texto), que seja.
Véspera de feriadão, rua cheia. Como todo bom brasileiro, a maioria deixa tudo pra
última hora. Todo mundo acertando as contas que vencem no domingo, ou resolvendo algum problema na conta, até mesmo atualizando cadastro. Meia hora esperando pra pegar uma senha: 47 (estava no número 923 – chegando a 999 a senha volta ao 01). Olha que maravilha! É claro que fui em casa, era umas 2:47 da tarde já... Deixei as roupas, em cima da cama, almocei, cochileeeeei... Ops! 4:02...
Escovei os dentes e fui pro banco, e... Pimba! Quando eu coloco minha cara pra fora de casa, o homem mais chato da face da terra aparece na mesma calçada a uma distância de uns 5 metros. Eu tentando atravessar e o Fulano se aproximando. Até que eu pensei: se eu ficar, eu vou acabar agredindo esse fdp então... “Seja o que Deus quiser”, e fui linda e indestrutível na frente dos carros. Ouvi alguns insultos e buzinas, mas pelo menos cheguei inteira do outro lado da calçada.
Corre, Karine... Daí no meio de tanta correria a esperada ligação (será que finalmente fui aceita na entrevista de emprego?).
_ Alô
_ Olá, Karine. Tudo bem?
(eu conheço essa voz...)
_ Oi. Tudo. E com vc?
_ Tudo ótimo agora. Acabei de te ver. Vê se toma mais cuidado quando for atravessar a rua.
Sabiiiiiiia! Maldito fdp, se ele soubesse o motivo do meu quase suicídio... ¬¬’_ Ah, oi Fulano! É que eu to com pressa. Aonde conseguiu meu número?
_ Um passarinho azul me contou. Quando a gente quer, a gente corre atrás, né?!
Maldito seja também esse infeliz desse passarinho. Tomara que se entale com alpiste.
_ Alô “hrshshssrsrshrsrsr” não to te ouvindo... “rshhrshsrshshsshs”
_ Não tem importância não, eu estou atrás de você.
(e desligo o telefone)

Desmoronei nessa hora. É impressionante como o chato não percebe que está sendo chato e inconveniente.
Olhei pra trás, lá estava ele com seus olhos brilhando a alguns passos de mim. Será que ele realmente pensou que a ligação estava ruim?
Agora não tenho saída, ou mando ir pra merda ou fico aqui a tarde inteira. O pior é que eu não consigo ser tão grossa... Tá bom... Dou 1 minuto de atenção e depois despacho.
O estopor não parava de falar, nem pra respirar. E pra completar, ainda ficava me cutucando. Chato quando é chato, ele tenta ser o melhor no que ele faz de pior. Pqp!
Tentava fugir, mas o cabrunco não parava de falar, pior que narrador de futebol.
5, 10, 15 minutos de glória pra ele. Pqp²!
_ Eu tenho que ir, estou com pressa.
_ Tudo bem, eu te acompanho!
Quando vc pensa que está se libertando, vc nem desatou o primeiro nó.
Nunca fiquei tão feliz de chegar num banco pra pagar conta.
_ Obrigada pela sua companhia. Tchau.
_ Não, eu fico aqui com vc até vc sair.
_ Que isso! Imagina... Muitíssimo obrigada pela sua companhia. Faço questão que vc vá pra casa descansar.
_ Então tá bom. Foi um prazer revê-la.
Nossa! Nem acredito que o chiclete desgrudou! Uffa... Que alívio.
Subo as escadas aos tropeços. E o que me acontece?
A sandália arrebenta na escada do banco.
Só pode ser sacanagem, né? Algum saci ta tirando com a minha cara hoje, só pode!
Abaixei, peguei as sandálias e terminei de subir. As catiréias todas olhando pra minha cara tentando esconder o risinho ¬¬’ Muito engraçado mesmo, engraçadíssimo!
Pra ficar mais cômico ainda, a senha já estava na 52!
Desci as escadas quase dando um murro nas paredes. Taquei as sandálias na lixeira e fui pra casa ARRASADA!
No final do dia, o saci me deu um descanso. Fui pra aula. Tudo correu normalmente. Exceto por ter grudado chiclete da cadeira na minha calça nova e pela minha caneta esferográfica preferida ter caído de bico no chão e ter parado de funcionar. Sem esquecer também da topada que eu dei no dedinho do pé na quina da cômoda do meu quarto.
“Isso é tudo, pessoal”
MENTIIIIIIIIIIIIIIIIRINHAAA!
*PS: 1º DE ABRIL – DIA DA MENTIRA! Num momento de grande inspiração, decidi juntar tudo de ruim que acontece com a gente de vez enquando, ou que já aconteceu alguma vez na vida. Espero que eu nunca tenha um dia azarento como esse, nem parecido...

Beijinhos ;**
quarta-feira, 17 de março de 2010
...
Tanta coisa inútil que existe nesse mundo ¬¬'
Até hj não descobri pq ainda existe BBB.
Até no e-mail vc não tem paz. Eu quase não vejo meus e-mails, pq é tanta coisa que vc recebe que até desanima de selecionar.
"Perfumes para atrair o sexo oposto", "melhore seu desempenho sexual", "Aumente seu
pênis", "viagem para 'cucuia' com acompanhante", "Parabéns pelo seu dia", "compre seu imóvel e parcele em 127373189256352 vezes", "calvicie, um problema, uma solução"
PQP! só fui careca quando era feto! Desde quando eu tenho pênis? E também não quero ir pra "cucuia", quero que todos esses desocupados que mandam essas pragas vão pra onde Judas perdeu as botas.
Isso fora as correntes "se vc não mandar essa mensagem pra 3435 pessoas em 4 segundos vc morre"
Ninguém merece!
Até hj não descobri pq ainda existe BBB.
Até no e-mail vc não tem paz. Eu quase não vejo meus e-mails, pq é tanta coisa que vc recebe que até desanima de selecionar.
"Perfumes para atrair o sexo oposto", "melhore seu desempenho sexual", "Aumente seu
pênis", "viagem para 'cucuia' com acompanhante", "Parabéns pelo seu dia", "compre seu imóvel e parcele em 127373189256352 vezes", "calvicie, um problema, uma solução"PQP! só fui careca quando era feto! Desde quando eu tenho pênis? E também não quero ir pra "cucuia", quero que todos esses desocupados que mandam essas pragas vão pra onde Judas perdeu as botas.
Isso fora as correntes "se vc não mandar essa mensagem pra 3435 pessoas em 4 segundos vc morre"
Ninguém merece!
quinta-feira, 4 de março de 2010
Homens adoram ser esnobados
É impressionante o poder de sedução de uma mulher sobre um homem (geralmente quando
a gente não quer). Esse poder funciona sem a gente perceber. Se vc da um sorriso pro cara, é gentil ele já pensa que vc ta dando em cima dele ou coisa parecida.
É sempre assim, quando a gente não quer, eles querem... Quando a gente quer, eles não querem... É mais ou menos assim que funciona, pelo menos pra mim (já até comentei sobre a minha “sorte” no amor)
Se vc conhecer um cara, for simpática e educada com ele, cuidado! Ele pode se apaixonar por vc (se vc não estiver afim dele). Ai ele já vem com aquele papinho de “vc me conquistou! Descobri que vc é a mulher da minha vida...”
É impressionante também como eles se apaixonam rápido, não acham? A maioria deles adora vulgarizar o verbo amar.
Quando te querem eles já dizem que estão amando, ou apaixonados e coisa e tal.
Se vc ta naquela situação que vc não quer de jeito algum, vc esnoba. Eu começo dizendo não educadamente, mas se ele passa dos limites, fica te ligando toda hora, mandando scrap, e toda vez que vc entra no MSN ele fala cntg, nesse caso já vou logo partindo pra ignorância. E quanto mais vc diz que não, mais eles querem. É como se vc fosse um desafio (a maioria homens adoram ser desafiados), e ele tem que te conseguir de qualquer forma.
Enquanto tem aqueles homens que vc daria tudo por uma ligação dele... E o fdp nem sequer te olha.
Homens adoram ser esnobados, só assim eles nos dão valor. O difícil é aprender a esnobar quando se quer. E o medo de perder aonde que fica? É complicado... Quanto mais vc deseja alguma coisa, mais ela se torna impossível pra vc.
Isso é relativo ou posso generalizar? Seria minha pura “sorte” atuando? Quem sabe...
a gente não quer). Esse poder funciona sem a gente perceber. Se vc da um sorriso pro cara, é gentil ele já pensa que vc ta dando em cima dele ou coisa parecida.É sempre assim, quando a gente não quer, eles querem... Quando a gente quer, eles não querem... É mais ou menos assim que funciona, pelo menos pra mim (já até comentei sobre a minha “sorte” no amor)
Se vc conhecer um cara, for simpática e educada com ele, cuidado! Ele pode se apaixonar por vc (se vc não estiver afim dele). Ai ele já vem com aquele papinho de “vc me conquistou! Descobri que vc é a mulher da minha vida...”
É impressionante também como eles se apaixonam rápido, não acham? A maioria deles adora vulgarizar o verbo amar.
Quando te querem eles já dizem que estão amando, ou apaixonados e coisa e tal.

Se vc ta naquela situação que vc não quer de jeito algum, vc esnoba. Eu começo dizendo não educadamente, mas se ele passa dos limites, fica te ligando toda hora, mandando scrap, e toda vez que vc entra no MSN ele fala cntg, nesse caso já vou logo partindo pra ignorância. E quanto mais vc diz que não, mais eles querem. É como se vc fosse um desafio (a maioria homens adoram ser desafiados), e ele tem que te conseguir de qualquer forma.
Enquanto tem aqueles homens que vc daria tudo por uma ligação dele... E o fdp nem sequer te olha.
Homens adoram ser esnobados, só assim eles nos dão valor. O difícil é aprender a esnobar quando se quer. E o medo de perder aonde que fica? É complicado... Quanto mais vc deseja alguma coisa, mais ela se torna impossível pra vc.
Isso é relativo ou posso generalizar? Seria minha pura “sorte” atuando? Quem sabe...
quarta-feira, 3 de março de 2010
Mulher sofre!

Homens não fazem nem idéia do que é ter TPM, ter que depilar o corpo inteiro mesmo sentindo dor, dias de torcicolo resultante de horas no cabeleireiro e muito menos sabem o que é ter cólica.
Era madrugada, 2 e pouca da manha e cadê o sono? Ao invés do sono, a nuncabemvinda chega... Maldita cólica (como se já não bastasse a TPM). Só consegui dormir com o remedinho abençoado do sono.
Hoje acordei estressada com a merda da TV ligada num volume alto e como se já não bastasse, meu irmão assistindo desenho e gritando “IAH”, “POW”, “PAFT”. Levantei pisando forte e reclamando. “já vou avisando que to puta da vida, não mexam cmg”.
Ao decorrer do dia, já não tinha mais do que reclamar nem a quem xingar, a sensibilidade tava mais aflorada do que o normal... Acho que se eu recebesse um “oi” da Xuxa Meneguel pelo twitter eu já chorava.
Quando menos se espera, a cólica reaparece... Fui procurar o remédio e o que eu acho? A caixa vazia ¬¬’ Farmácia agora, nem pensar... Vou procurar alguma coisa pra me distrair.
Vou ver um filme. Qual filme a pessoa decide assistir? Um amor pra recordar. Só de lembrar dele já me emociono. Não adianta! Já assisti milhões de vezes e SEMPRE choro. Ainda mais sensível do jeito que eu to.
Depois do filme tive que dar um jeito nos olhos inchados, ainda por cima, pra poder ir pra aula. Lá vou eu tacando gelo.
Me arrumei e fui. E no caminho... “O retorno da cólica” daria até um filme. Quando vc esquece que ela existe, ela te relembra perfeitamente bem.
Tava presente na aula fisicamente, mas psicologicamente eu relutava contra a indesejada: “cólica, eu sou mais forte do que vc, eu vou resistir!”. E por aí se foram 6 aulas, sendo que as 3 últimas eram de física. MARAVILHA!
Amanhã eu juro que compro esse catiço desse remédio!
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Aventuras do carnaval

Carnaval passou e eu não poderia deixar de escrever sobre ele...
Não foi nos melhores lugares, mas foi junto das melhores pessoas
Sabe quando a gente quer uma coisa, se interessa, sai chamando todo mundo e no final nada dá certo? É um tal de deixar tuuudo pra última hora, e daí vem o desânimo de um e do resto... Pois é, acabamos ficando por aqui pela região.
Saímos sexta e domingo aqui em Macaé mesmo. Um bloquinho animadinho, mas pouca gente, coisa mais família...
Ahhh... Não poderia deixar de comentar do sacrifício que nós passamos domingo. Marquei com umas amigas que estudaram cmg séculos atrás e fui com outras duas de ônibus.
Daí que me chega o ônibus depois de uns 40 minutos de espera, e aquela euforia pra entrar, galera empurrando. Vi o nome do ônibus e pensei "é esse mesmo, sempre pegava esse pra ir pra facul e passa no nosso destino". Entramos! Só que a gente não sabia que ele tinha mudado a rota (pequeno detalhe)
Entre conversas e gargalhadas, bêbadas sem beber... E a gnt de repente só vê algumas poucas pessoas no ônibus. Olhamos pra fora: uma roça! Chegamos ao destino, mas não o nosso. ¬¬'
Mais 20 minutos de espera no ponto final. Nós 3, o motorista e a cobradora, entre grilos, pacas, tatus e mosquitos.
Resultado: Marcamos às 22:00 e chegamos só depois da meia-noite
Pra completar, o bloquinho acabava 2 da manhã... Já que a gnt não teria nada pra fazer depois, fomos pra boate. Quando o dono viu 7 meninas graciosas, deixou até a gente entrar de graça. Ta explicado o pq, meia dúzia de pessoas lá dentro... "Noite do shortinho" e todas nós de calça.
Pra finalizar a história, fomos praticamente expulsas de lá quase uma hora depois. Final de noite. Som baixo e luzes acesas... MARAVILHA! Pra quem é acostumado a chegar só de manhã. Voltamos pra praia, onde tava tendo o bloquinho e ficamos de papo com bêbados e algumas pessoas legais.
Sábado fomos pra Rio das Ostras, num churrasco de tarde (foi ótimo), e ficamos por lá mesmo. Terça pra Barra de São João.
Segunda a gnt tava na dúvida pra onde iria. Daí a gnt combinou de decidir na rodoviária. Primeiro ônibus que a gente viu: Farol de São Tomé! "É pra lá que nóis vai"
Mochileiras sem mochila, partimos sem mala e cuia. Quem tem boca vai até a Roma, não? Então, esse foi nosso lema!
Show de Netinho maravilhosooo. Curtimos demais
Depois do show nada pra fazer... e a gente teria que esperar a rodoviária de lá abrir 8:30 da manhããã. Um frio do cabrunco
Uma pizza e guaravita pra passar o tempo.
Então é aí que aparecem uns meninos legais perdidos la tbm... Conversamos, tiramos fotos e bebemos Redbull com guaravita (não faça cara feia. até que não é ruim não).
A tia da barraquinha de pizza tava tirando as mesas já e a gnt teve que meter o pé...
Nada pra fazer, a gnt ia pra rodo e ficar esperando abrir.
Eis que a caminho, Deus ouve nossas preces e o ônibus pra Macaé passa na nossa frente... Fez a manobra e a gnt pegou ele
Chegamos sãs e salvas em casa, "acabadas" e mortas de sono.
Fim do carnaval
Ano que vem que me aguarde! (yn)

























(Britney Spears )

